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O Fim de um começo

Estamos hoje no nosso último dia, esses três dias foram verdadeiras relíquias para aqueles que conseguiram adquirir e absorver conhecimento de diferentes áreas do quadrinho. Hoje começamos com a seguinte mesa “Espaço para os quadrinhos” onde tivemos como palestrante – Paulo Amoreira – CE (Gibiteca de Fortaleza), Maristela Garcia – PR (Gibiteca de Curitiba) e Jenfte Alencar e Samuel Souza – CE (Gibiteca da Casa Grande). Foi uma aula sobre as diferenças que cada gibiteca tem, sobre os projetos e formatos. Em seguida, entrou a segunda mesa de hoje “Os quadrinhos no Ceará” com os palestrantes – Klévisson Viana – CE (Tupynanquim editora), Weaver Lima – CE (Promotor de quadrinhos) e Max Krichana – CE (Colecionador de quadrinhos) e cada um contou como é desenvolvido o seu trabalho aqui no Ceará, as dificuldades que enfrentam e os desafios. Uma pausa para o almoço, e retornamos logo às duas horas, onde teve a Décima mesa  com o tema – “Núcleo de Cinema e animação do Ceará” com o expositor – Ricardo Julianni – Fortaleza – CE. Depois que falamos de animação, partimos para o desenho, chegou a hora de convidar a décima primeira mesa com o lançamento do livro “Tex no Brasil – O grande herói do faroeste” com G. G. Carsan. O livro foi lançado e veio então a hora de desenhar com o círculo de conversa sobre o traço de Klévisson Viana.  Aprendemos o um pouco sobre o desenhista Klévisson e agora é hora do encerramento. Foi chamado o presidente da Fundação casa Grande, para compor a mesa. Ele agradeceu a todos os convidados, participantes e patrocinadores, fez uma pequena brincadeira(caricatural) com os convidados, onde cada um ganhou uma nova roupa e novo corpo, e assim foi o encerramento da “Cariri Mostrando a 9ª Arte de Quadrinhos e Animação”, ao som de muitas gargalhadas e alegria. E para registrar esse momento com chave de ouro, fomos todos tirar uma foto oficial da mostra.
O Objetivo final e o desejo de cada desenhista, roteirista, gibitecário, autores, pesquisadores, representantes de editoras, participantes, festivais e convenções da Nona Arte, animações de Portugal, Brasil e Canadá, enfim, todos os que estavam presentes é que gostariam de construir uma Rede Cultural voltada especificamente para o segmento da Nona Arte, com a finalidade de fortalecer as ações em cursos, amadurecer os processos de trabalhos e possibilitar a integração das iniciativas. Diante disso, eles gostariam de marcar uma data para uma audiência com o exmo. Sr. Fabiano dos Santos, diretor do livro, leitura e literatura da Secretaria de Articulação Institucional do Minc, isso para que possam apresentar a proposta de realização de um encontro da Rede de Nona Arte. O convite foi feito e esperamos que ele seja aceito e que tenha o resultado e a resposta desejada, que de hoje em diante já possamos contar os dias para essa audiência.


Mesa “Promoção dos quadrinhos” com André Diniz (Site - Nona Arte), Gervásio Santana de Freitas – RS (Site- TexBR) e Sidney Gusman (Site – Universo HQ).

Chegamos ao nosso segundo dia, todos já estão familiarizados com o espaço então é hora de colocar a mão na massa. O dia começou bem cedo, corre de um lado vai para o outro, arruma isso, depois aquilo e não para, já está quase na hora dos participantes e convidados chegaram e a equipe não para, nove horas tudo tem que está pronto para recebe a primeira mesa do dia com o tema – “Promoção dos quadrinhos” com os seguintes palestrantes – André Diniz (Site – Nona Arte), Gervásio Santana de Freitas – RS (Site- TexBR) e Sidney Gusman  (Site – Universo HQ). Algum tempo depois é a hora de chamamos a sexta mesa que traz o tema – “Banda Desenhada em Portugal” com a presença de Luis Afonso – PT (Cartoonista), Nelson Dona – PT (Festival de BD de Amadora) e Paulo Monteiro – PT (Festival de BD de Beja). Chegou a hora que muitos esperavam, o almoço. Duas horas da tarde retornamos para o teatro para prestigiar o momento dos animadores, isto é,  a sétima mesa, onde abordo o tema – “Produção de animação e construção de trilha sonora para cinema de animação expositor” com os seguintes expositores – Paulo Brandão e Elizah Rodigues – BRand Estudio – Rio de Janeiro –RJ e Belinda Oldford e Daniel Schorr  – National Film Board  Of Canadá. Foi uma aula de tirar o fôlego, com vídeos e falas exuberante. Despois disso, teve a hora mais aguardada para todos os desenhistas principiantes e é clara que para os profissionais também, convidamos agora Spacca, para conversa sobro seu traço. Depois de um dia tão produtivo é hora de encerrar com o cinema de animação do Kiboj Studio (Montreal) e do BRAND Estúdio (Rio de Janeiro).

“Banda Desenhada em Portugal” com a presença de Luis Afonso – PT (Cartoonista), Nelson Dona – PT (Festival de BD de Amadora) e Paulo Monteiro – PT (Festival de BD de Beja).

Uma conversa com Spacca, sobro seu traço.

Entrevista com André Diniz

FCG – Conte um pouco sobre o seu trabalho.

AD – Eu já nasci com o vírus de quadrinhos, porque desde criança eu ainda não sabia ler mais já fazia ali meus quadrinhos. Produzia no meu caderno e colocava pra meus pais comprarem. E atualmente tenho várias publicações com roteiros meus em parceiras com outras desenhistas. E em 2008 pra cá eu me dediquei ao desenho, e já estou até desenhando. E é um trabalho maravilhoso eu gosto muito de produzir temas sobre história e contar de uma forma gostosa de ler. E já tenho vários trabalhos publicados em várias editoras.

FCG – Por que você gosta mais de desenhar temas relacionados a historia?

AD – Eu saí do colégio sem gostar da aula de história. E depois eu fui por conta própria saber quanto isso é interessante, porque as vezes os livros didáticos é muito cheio de datas e tal. E quando você vai ler com outra abordagem você vê que eram gentes como a gente, e assim você viaja no tempo, você vê as aventuras que eram naquela época, a vida das pessoas naquele tempo e foi a partir daí que eu tomei gosto, e eu passei a pegar esses temas pra escrever histórias e acho que também podia ir pra escolas, porque a melhor forma de aprender é se divertindo, e não estudo para as provas.

FCG – E em relação a mostra, qual a importância que você vê nela?

AD – Isso aqui está sendo uma lição de vida para mim. Porque as vezes a gente fica tão cético desse mundo, na cultura, na miséria em todos os sentidos, como até a miséria cultural. As pessoas prestigiam o rio de janeiro só que lá não está acontecendo um evento como esse, apesar que lá é onde fica muitas editoras. Mais essa troca de idéias não está acontecendo lá. E de repente você vê aqui essa troca de idéias tão rica, como tem pessoas de Portugal, que não foram chamadas para eventos em São Paulo, e são chamados para participar aqui nesse evento. E isso tudo está sendo fabuloso, e eu como público, como profissional e como turista estou adorando tudo, porque isso é uma coisa sem preço.

FCG – Fale um pouco sobre sua rotina de trabalho?

GS – Eu trabalho com informática, lá no Rio Grande do Sul, trabalho de segunda a sexta, inclusive nos sábado e nas horas que transcende o trabalho depois das seis e meia é que vou pra casa cuidar da minha esposa, tenho dois filhos e nesse sentido é que sobra tempo para mexe com quadrinhos e para cuida do site TEX BR, no ano 2000, a dez anos atrais, eu tinha a coleção completa do TEX e eu queria compartilha a minha coleção com outras pessoas, porque eu sentia a necessidade de que outros colecionadores de outros locais do Brasil, porque a internet é um veiculo que possibilita você chegar em todo mundo ao mesmo tempo ela é um recurso instantâneo que chega em todo lugar e eu senti necessidade de que aquele material, aquela coleção, que eu tinha completa, outros colecionadores tinham vontade de saber poxa qual é a capa da revista numero tal, qual é a historia do número tal? As pessoas não sabiam por que o cara vai na banca compara um TEX que é uma revista das mais longevas dos Brasil cujo o primeiro número foi em fevereiro de 1971 e ela se mantém até hoje nas bancas já está quase chegando no número 500, o cara vai na banca hoje comprar um TEX tá lá no 480 se ele tem curiosidade de sabe com é que foi a capa do número 1, 20, 70, vai lá no TEX BR e está tudo lá, então essa Tonica motivou a gente a criar o site TEX BR, poder levar as imagens e informações da minha coleção particular para outras pessoas de outros quadrantes do Brasil e fora dele.

FCG – Você acha que o site TEX BR é importante na história dos quadrinhos?

GS – Eu diria que sim, eu não posso falar em causa própria porque eu sou o dono do site, sou a pessoa que faz o site, mas eu posso usar a palavra da critica especializada do Brasil da Europa que aponta o TEX BR.com o maior site do mundo com conteúdo Bonelli, pega a internet mundial que é um oceano de informações sobre todas as coisas inclusive sobre quadrinhos e procura sites que tem conteúdo deste universo, que é o TEX, Zagor, Ken Park, você não vai acha nenhum site no mundo inteiro em qualquer que seja o idioma que tenha tanto conteúdo como nos temos em dez anos de caminhada.

FCG – De onde surgiu a paixão por TEX?

GS – O culpado foi um menino quando eu tinha treze anos chamado Paulo, eu já gostava de ler quadrinho e ele era meu amigo, nos jogávamos futebol juntos no final de semana e um dia, ele sabia que eu gostava de ler revista em quadrinhos e ele disse Gervásio, você já leu TEX? Não, que bicho é esse? Ai ele me disse o TEX é um Cowboy, que vive no velho oeste, levando a justiça a todas as pessoas que estão se sentindo injustiçadas ou oprimidas, Gervásio vou te emprestar uma edição, o numero 6, isto era 1983 eu tinha 13 anos e ele me emprestou, cujo o titulo é o vale do terror, li aquela edição que mexe com um pouco de terror, sobre natural, foi paixão a primeira vista me apaixonei por aquele universo e quando devolvi a revista ao Paulo no dia seguinte disse tem mais, ai ele foi me emprestando outros, porque naquela época eu tinha treze anos e a nossa condição era bastante humilde, não tinha recurso para compra de quadrinhos e daquela edição ele me emprestou outra e mais outra, e quando eu comecei a trabalhar eu pude começar a comprar os meus  próprios TEX e comecei a montar minha coleção.

FCG – Qual a importância desta mostra para a nossa região e para a fundação?

GS – Eu diria toda importância porque essa iniciativa da fundação casa grande dos meninos e meninas da Fundação Casa Grande é digna de louvo em qualquer parte do mundo, eu não digo isso porque fui convidado para vim aqui, não estou dizendo isso porque fui hospedado maravilhosamente bem por toda a população de Nova Olinda, todos muito receptivos, mais eu digo isso pela qualidade e pelo alto quilate das palestras e das pessoas que para cá vinheram, essa mostra é fantástica como disse agora a pouco para a entrevista da TV Casa Grande, porque possibilita um intercambio de informações entre nós mesmo que trabalhamos na área. Embora eu cuide do TEX como colecionador como fã, isso é muito importante porque entre nos mesmo que para cá vinhemos´, jornalistas, produtores de quadrinhos,  divulgadores, desenhistas, roteiristas, quadrinistas, promotores de animação, nós mesmos estamos aprendendo muito mais do que deixando contribuição aqui e se pra nós que estamos no meio isto tem sido de uma riqueza incalculável muito mais ainda tenho certeza para os meninos da Casa Grande.

Entrevista com Sidney Gusman

FCG – Conte um pouco sobre o seu trabalho.

SG – primeiramente vou falar do site Universo HQ, eu sou jornalista, é um site especializado em histórias em quadrinhos, que tem noticias, resenhas, matérias, charges, lista dos lançamentos do mês, de tudo que acontece sobre quadrinhos no país, de todos os gêneros, super herói, manga, de quadrinho nacional, de álbum europeu tudo que é noticia em quadrinhos sai no universo HQ, foi lançado já faz 10 anos e por isso ele se tornou a principal referencia sobre historia em quadrinhos no país. O Universo HQ é um trabalho que eu faço sem ganhar dinheiro, é um trabalho que eu faço por amor aos quadrinhos, porque o site não dar dinheiro pra gente e mesmo assim é muito, muito acessado. A 4 anos eu sou responsável pela área de planejamento editorial do Mauricio de Sousa, mais o que é isso? O Mauricio me levou pra lá, imagina o quanto eu sou fã do Mauricio, um cara que escreve sobre quadrinhos desde 1990 e ai eu escrevi um livro sobre Mauricio em 2006, o Mauricio gosto e falou assim pra mim Sidney eu vou montar uma área pra você. E eu falei você está brincado. E ele flou não, eu vou montar uma área pra você criar produto pra mim. Então eu fui pra lá basicamente pra isso, para aumentar a linha de produção do Mauricio de Sousa, então nesse período que eu estou lá uma das minhas alegrias foi ter participado do projeto da Turma da Mônica Jovem que é um sucesso no Brasil inteiro, eu estou resgatando materiais antigos do Mauricio como as tiras clássicas da Turma da Mônica, como a coleção histórica da Turma da Mônica. Vai haver agora uma coleção de livros onde vamos republica todas as historias do Horacio feitas por Mauricio de Sousa, isso tudo passa pela minha mão, além disso eu tenho feito muito livro da Turma da Mônica que não seja de quadrinho, então é livro mesmo, livro ilustrado, sobre lendas brasileiras, adaptação de contos clássicos, historias em quadrões, onde o Mauricio retrata varias obras de artes no traço dele isso tudo passa pela minha mão além disso, lá na Mauricio eu sou responsável por todo e qualquer texto que for sair da empresa sobre o Mauricio passa pelo meu cuidado.

FCG – Você acha que o universo HQ é importante para a história dos quadrinhos?

SG – Isso é uma coisa que me deixa muito honrado e feliz porque é um prazer gigantesco, eu viajar pelo Brasil inteiro dando palestras e chegar aqui, por exemplo, no Cariri e o pessoal vira pra mim dizer assim, Sidney eu acesso o Universo HQ todos os dias, você já divulgou meu trabalho e eu sou só o fanzineiro, eu só faço fanzine, então pra mim, a gente já ganhou muitos prêmios, muito reconhecimento, mais o melhor reconhecimento que tem é o leitor, vira pras você e dizer, eu conheci o Fanzine tal graças a você, porque cara para divulgar o home-aranha, batimam, a gente também divulga, mais tem site do mundo inteiro que faz isso, agora pra divulgar uma molecada que faz um trablho lindo, como você aqui pro mundo inteiro não vai ter gente, mais o Universo HQ vai fazer.

FCG – De onde surgiu esse amor por histórias em quadrinhos?

SG – A minha paixão por historias em quadrinho é um negocio maluco, por que eu comecei a lei quando era criança com a turma da Monica, ai comecei a ler Disney, Asterix, super heróis, mais tarde os mangas, eu não sei explicar a razão por tamanho amor que tenho pelas historias em quadrinhos, mas é como se fosse um bicho que pica agente, é como eu sempre fala a pessoa que a ler quadrinhos quando é criança e se apaixona, se você continuar dando quadrinhos para ela, ela vai ler quadrinhos a vida inteira e  o quadrinho é um vicio do bem que você pode levar por resta da vida, eu costumo dizer isso. Eu falo muito nas minhas palestras é uma grande bobagem alguém dizer, a não quadrinho não é cultura, quadrinho é cultura sim senhor, o quadrinhos trais ali no meio de uma aventura, no meio de uma brincadeira da turma Mônica, no meio de um vou do batimam ou super homem, ali tem cultura sim porque está falando país onde ele é publicado, contando um pouco da história daquele país basta você saber interpretar as mensagens que ali dentro.

FCG – Você já imaginou como seria o mundo sem quadrinhos?

SG – Eu diria o seguinte se os quadrinhos não existissem, eu acho que o mundo seria mais triste é claro que teríamos os livros felizmente eles estariam ai, mais muita gente não teriam ido para os livros, porque muita gente só vai por livros quando passam pelos quadrinhos, os quadrinhos são grande formadores de leitores a pessoa adquire o habito da leitura lendo história em quadrinhos e depois elas passam a ler livros, eu lei muito, leio quadrinhos de mais, mas lei livros, jornal, sites, o habito da leitura que é o interessante de você desenvolver, se a pessoa não gosta nem de ler quadrinhos você acha que ela vai ler o que, nada.

FCG – Qual a importância desta mostra para nossa região?

SG – A importância desta mostra é absurdamente grande, eu falava na entrevista que dei pra TV agora a pouco que eu vim pra cá, eu vou até colocar na minha matéria do universo HQ, teoricamente para ensinar a vocês, passar um pouco da minha experiência, mas eu mais aprendi que ensinei, porque o trabalho que é feito aqui na Casa Grande é uma coisa maravilhosa, eu faço palestra sobre quadrinhos no Brasil inteiro e geralmente o publico que vem, que vai me ver é um publico, que já é leitor, que já conhece meu trabalho, que é colecionador de quadrinhos, aqui tinha um monte de gente que não é que nem conheciam o Universo HQ. Te um monte de crianças, eu vim aqui para ensinar quadrinhos isso foi sensacional, ai a minha responsabilidade aumenta porque eu tenho que despertar o interesse pelo quadrinho e esse é o grande barato, por isso que o pessoal da região aqui por favor prestigiem de mais o trabalho da Fundação Casa Grande, porque isso daqui é absurdamente maravilhoso, a molecada ta aqui com 200, 300 atividades botando a mão na massa, rádio, TV, pra quem não sabe o Rodrigo é um garoto que está me entrevistando e ao mesmo tempo que eles tocam o radio, a TV, tem a banda, eles ajudam na organização do evento, limpam a casa se precisarem, isso aqui é uma lição de vida, mas que um evento, o Cariri é uma lição de vida.

FCG – Deixe um recado para os nossos amigos internautas?

SG – Mantenham esse trabalho vivo, engrandeçam ainda mais esse trabalho e visitem a Fundação Casa Grande, se você gosta de quadrinhos visite a gibiteca, leiam, o acervo que tem aqui é maravilhoso, tem coisa que nem eu tenho e eu sou colecionador dos grandes, mas com um detalhe se você vinher aqui pra ler cuide bem dos quadrinhos que estão aqui, cuide como se fosse seu, não rasgue, não amasse, outra pessoa vai ler depois de você e se você deixar esse habito da leitura pra mais gente com certeza mais gente vai se apaixonar por história em quadrinhos.

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